A ressurreição de Jesus é um dos acontecimentos mais marcantes da fé cristã, e os Evangelhos registram que algumas mulheres foram ao túmulo na manhã do primeiro dia da semana. Entre elas estava Maria Madalena, amplamente conhecida, e a “outra Maria”, cuja identidade não é detalhada com clareza. Isso levanta a questão: quem era a outra Maria que foi ao sepulcro?

O Evangelho de Mateus menciona essa personagem diretamente:

“E, no fim do sábado, quando já despontava o primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram ver o sepulcro.” (Mateus 28:1, ARC)

A presença dessa “outra Maria” no sepulcro de Jesus demonstra sua importância nos acontecimentos da ressurreição. Mas quem seria essa mulher? Seria ela Maria, mãe de Tiago e de José? Ou poderia ser Maria, mulher de Cléofas? Esses questionamentos nos levam a analisar mais de perto os relatos bíblicos para entender sua identidade e papel na história cristã.

Além disso, ao refletirmos sobre esse evento, encontramos no livro dos Salmos uma conexão significativa. No final deste artigo, explicaremos a relação entre quem era a outra Maria que foi ao sepulcro e o significado do salmo 16 que fortalece nossa fé na ressurreição e na promessa de Deus.

Quem Era a Outra Maria que Foi ao Sepulcro
Quem Era a Outra Maria que Foi ao Sepulcro

Quem Foi ao Sepulcro de Jesus

Os relatos da ressurreição de Cristo são detalhados nos quatro Evangelhos, e cada um menciona as pessoas que estiveram presentes no sepulcro. Dentre elas, as mais citadas são Maria Madalena e a “outra Maria”. Mas, afinal, quem foi ao sepulcro de Jesus naquela manhã gloriosa?

O Evangelho de Mateus registra com clareza:

“E, no fim do sábado, quando já despontava o primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram ver o sepulcro.” (Mateus 28:1, ARC)

Já no Evangelho de Marcos, encontramos um acréscimo a essa informação:

“E, passado o sábado, Maria Madalena, e Maria, mãe de Tiago, e Salomé, compraram aromas para irem ungi-lo.” (Marcos 16:1, ARC)

Lucas também menciona a presença de outras mulheres que foram ao sepulcro de Jesus, enquanto João foca mais no papel de Maria Madalena. O que podemos perceber nesses relatos é que o túmulo de Cristo não foi visitado apenas por uma pessoa, mas por um grupo de mulheres que demonstraram grande devoção.

Entre elas, a “outra Maria” aparece sem muitos detalhes, o que nos leva a buscar em outros textos bíblicos pistas sobre sua identidade. Será que ela era Maria, mãe de Tiago e de José? Ou poderia ser Maria, mulher de Cléofas? A resposta para essa questão será explorada nas próximas seções, à luz das Escrituras.

Maria, Mãe de Tiago e de José, Foi ao Sepulcro?

A identidade da “outra Maria” mencionada no Evangelho de Mateus levanta questionamentos entre estudiosos e leitores da Bíblia. Ao cruzar as informações dos relatos da ressurreição, surge uma possibilidade importante: Maria, mãe de Tiago e de José, foi ao sepulcro de Jesus?

O Evangelho de Marcos nos dá uma pista significativa ao descrever quem esteve presente no túmulo de Jesus:

“E Maria Madalena e Maria, mãe de José, observavam onde o punham.” (Marcos 15:47, ARC)

Além disso, no capítulo seguinte, quando menciona as mulheres que foram ao sepulcro no primeiro dia da semana, Marcos acrescenta:

“E, passado o sábado, Maria Madalena, e Maria, mãe de Tiago, e Salomé, compraram aromas para irem ungi-lo.” (Marcos 16:1, ARC)

Essas passagens mostram que uma mulher chamada Maria, identificada como mãe de Tiago e de José, esteve presente no sepultamento e posteriormente voltou ao túmulo. Essa informação leva muitos estudiosos a crer que essa Maria mencionada por Marcos é a mesma “outra Maria” citada por Mateus.

Se essa hipótese for verdadeira, significa que essa Maria era uma seguidora fiel de Cristo, que permaneceu próxima a Ele até o último momento. Sua presença no sepulcro reforça a importância das mulheres no ministério de Jesus e na proclamação da ressurreição.

No entanto, há outra possibilidade: poderia essa Maria ser também Maria, mulher de Cléofas? No próximo tópico, exploraremos essa questão e o que a Bíblia revela sobre essa personagem.

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Maria de Cléofas e a outra Maria são a mesma pessoa?

Ao analisarmos os relatos bíblicos sobre quem foi ao sepulcro de Jesus, percebemos que a identidade da “outra Maria” não é explicitamente revelada no Evangelho de Mateus. No entanto, ao compararmos diferentes passagens das Escrituras, surge uma possível identificação: Maria de Cléofas.

O Evangelho de João menciona essa personagem em um momento crucial, durante a crucificação de Jesus:

“E junto à cruz de Jesus estava sua mãe, e a irmã de sua mãe, Maria, mulher de Cléofas, e Maria Madalena.” (João 19:25, ARC)

Se Maria de Cléofas estava entre as mulheres que acompanharam Jesus até a cruz, é possível que ela também estivesse entre aquelas que foram ao sepulcro. Além disso, alguns estudiosos sugerem que Maria de Cléofas poderia ser a mesma Maria, mãe de Tiago e de José, mencionada por Marcos e Mateus. Isso reforçaria a ideia de que a “outra Maria” citada no relato da ressurreição era, na verdade, Maria de Cléofas.

Embora não haja uma conclusão definitiva, essa identificação faz sentido dentro do contexto dos Evangelhos. O importante é que essa Maria, assim como as demais mulheres fiéis, teve um papel significativo nos acontecimentos da ressurreição de Cristo, testemunhando o poder e a fidelidade de Deus.

Nas Escrituras, vemos que as mulheres foram as primeiras a receber a notícia da ressurreição, demonstrando como Deus escolhe pessoas comuns para testemunhar sua glória. Isso nos leva à reflexão sobre a importância da fé e da perseverança diante das promessas divinas.

A Importância da Outra Maria na Ressurreição de Jesus

A presença da “outra Maria” nos eventos que cercam a ressurreição de Cristo destaca a relevância de sua fé e devoção. No momento mais extraordinário da história cristã, essa mulher esteve entre aquelas que testemunharam o túmulo vazio, confirmando a vitória de Jesus sobre a morte. Diante dessa realidade, surge uma reflexão: qual foi o papel dessa Maria na ressurreição e qual a sua importância para a fé cristã?

Ao analisarmos quem foi ao sepulcro de Jesus, percebemos que a “outra Maria” demonstrou grande coragem e amor por Cristo. Enquanto muitos discípulos estavam dispersos pelo medo e pela incerteza, ela se manteve próxima aos acontecimentos, indo até o túmulo para honrar o Senhor. Sua atitude reflete um compromisso sincero e uma confiança inabalável na promessa divina.

A ressurreição de Jesus é um testemunho do poder e da fidelidade de Deus, algo que já era anunciado nas Escrituras. No salmo 16:10, encontramos uma promessa profética que aponta para a ressurreição do Messias:

“Pois não deixarás a minha alma no inferno, nem permitirás que o teu Santo veja corrupção.” (Salmos 16:10, ARC)

Assim como a “outra Maria” testemunhou o cumprimento dessa promessa ao encontrar o túmulo vazio, esse Salmo nos lembra que Deus é fiel e cumpre suas palavras. A ressurreição de Cristo não foi um acontecimento isolado, mas a concretização do plano divino de redenção, algo que já estava profetizado e se cumpriu de forma perfeita.

Portanto, a importância da “outra Maria” na ressurreição de Jesus vai além de sua presença física no sepulcro. Sua história nos ensina sobre fé, perseverança e a certeza de que Deus sempre cumpre Suas promessas. Que possamos, assim como ela, buscar a presença do Senhor com amor e dedicação, confiando em Sua palavra e no cumprimento de Seus planos eternos.

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